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‘O silêncio que fere’: exposição sobre violência doméstica fica aberta à visitação até dia 4

Em mundo dominado pelo aparato tecnológico e pelo poder das imagens, a fotografia deixou de ser um produto ou resultado apenas de profissionais. Praticamente, todos os usuários das redes sociais passaram a usar câmeras de celular para registrar seu cotidiano, compartilhar informações ou denunciar violações de direitos.

Esse último motivo une os usuários das redes à educadora do Serviço Pastoral dos Migrantes do Nordeste (SPM-NE), Íris de Lima Silva e mulheres do Conjunto Mário Andreazza, em Bayeux, para celebrar os 17 anos do Centro de Mulheres Jardim da Esperança com a exposição fotográfica ‘O silêncio que fere’ que ficará aberta à visitação até o dia 4 de junho (sexta-feira), sempre a partir das 14h, na sede da entidade, no Comercial Norte, em Bayeux.

O olhar das mulheres sobre si próprias e a violência que enfrentaram deram o tom para a exposição ‘O silêncio que fere’, com fotos da educadora Íris de Lima Silva. Ao todo são 25 fotos que traduzem pelas lentes de Íris de Lima a interpretação que as mulheres fazem sobre a violência. “A ideia foi registrar a percepção das mulheres sobre a violência doméstica. Produzimos as fotos conversando com cada uma das mulheres tentando extrair ao máximo os sentimentos delas. Sentamos e discutimos com o Centro as que mais se aproximavam desse universo vivenciado pelas mulheres. Tivemos a preocupação de produzir fotos também que se distanciavam da violência para revelar a fase da superação e do fortalecimento da auto-estima”, disse.

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